Sunday, August 16, 2009
posted on Sunday, August 16, 2009 7:47:07 PM (Pacific Daylight Time, UTC-07:00)  #    Comments [0]
 Tuesday, March 10, 2009

I was shocked, confused, bewildered
As I entered Heaven's door,
Not by the beauty of it all,
Nor the lights or its decor.
But it was the folks in Heaven
Who made me sputter and gasp --
The thieves, the liars, the sinners,
The alcoholics and the trash.
There stood the kid from seventh grade
Who swiped my lunch money twice.
Next to him was my old neighbor
Who never said anything nice.
Herb, who I always thought
Was rotting away in hell,
Was sitting pretty on cloud nine,
Looking incredibly well.
I nudged Jesus, "What's the deal?
I would love to hear Your take.
How'd all these sinners get up here?
God must've made a mistake."
"And why's everyone so quiet,
So somber - give me a clue."
"Hush, child," He said, 'they're all in shock.
No one thought they'd be seeing you."

posted on Tuesday, March 10, 2009 10:30:51 AM (Pacific Daylight Time, UTC-07:00)  #    Comments [1]
 Thursday, January 29, 2009
Hoje em dia me pego questionando algumas coisas tidas como "básicas" enquanto morava no Brasil. Por exemplo a influência da religião nas leis de um país.

O Brasil é tido como um país oficialmente católico. Isto dá liberdade à igreja de influenciar na política do país.

O problema de uma religião ter influência sobre um governo é que isto causa descriminação sobre as outras, além de dar margem ao sistema totalitário, onde o governo manda em você e ponto.

Imagine o tema "aborto". Algumas religiões defendem que nascemos no momento que damos o primeiro suspiro. Outras defendem que encarnamos no momento em que o espermatozóide fecunda o óvulo. Quem está certo? Quem está errado? Quem pode comprovar? Como resolvemos o empasse?

Por se tratar de um tema tão pessoal, não consigo concordar com o estado tomar esta decisão por mim. Também não estou pedindo para o estado tomar partido. Simplesmente se abster. Decidir sobre o que eu posso fazer ou não vai de frente com o conceito de democracia.

posted on Thursday, January 29, 2009 2:05:12 AM (Pacific Standard Time, UTC-08:00)  #    Comments [1]
 Tuesday, July 29, 2008

Muito menos atrocidades foram cometidas na história da humanidade em nome do diabo do que em nome de Deus.

posted on Tuesday, July 29, 2008 6:55:05 PM (Pacific Daylight Time, UTC-07:00)  #    Comments [0]
 Tuesday, June 03, 2008

Ontem mesmo estava assistindo a um documentário sobre a história do sexo na sociedade americana.

E essa história foi bem doida. Eles eram mega ultra puritanos até chegarem os anos 60 quando tudo conspirou pra explosão multicolorida: hippies, drogas, bacanais, swing, etc. Make love, not war.

Aí me ocorreu uma parada (claro que me ocorreu, você não achava que eu ia escrever sobre um documentário que eu assisti, achava?).

O homem é filho da natureza. Um dia ele começa a desenvolver consciência, começa a criar crendices. Aí inventa um monte de maluquices.

E ele leva bastante a sério essas maluquices. A maioria delas é posta no grau mais alto que ele conhece: o da religião. Se o seu Criador não quer que você faça algo, você respeita. Mesmo essa coisa tendo sido criada por Ele.
-"E eles acreditaram nisso? Isso é uma contradiçao!"
-Pode apostar que sim.

Quem foi o ser humano que bateu um papo com o Criador e aprendeu esses dogmas, eu ainda não conheci...

Foi necessário um dia acontecer uma revolução pra ele se reencontrar com a natureza, de onde ele veio - a revolução sexual que se inicia na década de 60 e dura mais de 20 anos! Onde o homem deixa de lado um pouco do racionalismo e aproxima-se de seus instintos.

Eu entro pra uma religião no dia que descobrirem a religião das plantas e dos animais. Porque eles nunca brigaram em nome de Deus.

posted on Tuesday, June 03, 2008 9:58:01 PM (Pacific Daylight Time, UTC-07:00)  #    Comments [0]
 Saturday, March 22, 2008

Plano de fundo: imagine que você está presenciando a aparição dos primeiros homo erectus do planeta Terra. Até então os ancestrais do homem eram 100% animais. Animais sem consciência de si, sem razão, sem conceitos, sem pré-conceitos, sem crenças e por conseqüência, sem julgamento. Eles não tinham iniciativa. Não agiam, só reagiam.

Então, de repente, nasce esse macaco diferente que tem consciência de si, raciocina por conta própria, passa a desenvolver julgamento sobre as coisas, o julgamento leva a crenças e as crenças levam a padrões de comportamento.

Alguns deles se identificam com caça, outros se identificam com artes, uns observam o mundo, outros tiram conclusões.

E há duas possibilidades: ou eles apareceram em diferentes partes do planeta ou todos saíram do mesmo lugar e migraram para diferentes partes do planeta.

Cada grupo desses desenvolveu conjuntos de comportamentos similares, que nós generalizamos através da palavra 'cultura'.

Um dia, em algum lugar do planeta, um desses macacos fez um exercício de extrapolação: "se eu tenho um pai e uma mãe, e cada um deles tem um pai e uma mãe, aonde começou essa história?".

Todos os julgamentos que eles fazem sobre seu cotidiano são filtrados pelos seus 5 sentidos, que funcionam como peneiras entre sua consciência e o mesmo. Os elefantes conseguem ouvir freqüências muito mais baixas, por exemplo.

Então algo revolucionário acontece um dia: um desses macacos julgou que todos essas sensações são resultado de uma ação prévia.

Logo, tem de existir uma energia inicial que pôs tudo em movimento.

E foi assim que o homem criou Deus à sua imagem e semelhança.

posted on Saturday, March 22, 2008 12:00:21 PM (Pacific Daylight Time, UTC-07:00)  #    Comments [0]