Ontem mesmo estava assistindo a um documentário sobre a história do sexo na sociedade americana.
E essa história foi bem doida. Eles eram mega ultra puritanos até chegarem os anos 60 quando tudo conspirou pra explosão multicolorida: hippies, drogas, bacanais, swing, etc. Make love, not war.
Aí me ocorreu uma parada (claro que me ocorreu, você não achava que eu ia escrever sobre um documentário que eu assisti, achava?).
O homem é filho da natureza. Um dia ele começa a desenvolver consciência, começa a criar crendices. Aí inventa um monte de maluquices.
E ele leva bastante a sério essas maluquices. A maioria delas é posta no grau mais alto que ele conhece: o da religião. Se o seu Criador não quer que você faça algo, você respeita. Mesmo essa coisa tendo sido criada por Ele.
-"E eles acreditaram nisso? Isso é uma contradiçao!"
-Pode apostar que sim.
Quem foi o ser humano que bateu um papo com o Criador e aprendeu esses dogmas, eu ainda não conheci...
Foi necessário um dia acontecer uma revolução pra ele se reencontrar com a natureza, de onde ele veio - a revolução sexual que se inicia na década de 60 e dura mais de 20 anos! Onde o homem deixa de lado um pouco do racionalismo e aproxima-se de seus instintos.
Eu entro pra uma religião no dia que descobrirem a religião das plantas e dos animais. Porque eles nunca brigaram em nome de Deus.